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Oi?

Não me lembro ao certo quando ou porquê fiz este blog, talvez tenha sido pra ser algo sobre música, daí "Ai meus ouvidos", mas no fim acabou servindo para desabafo pessoal, creio eu.
Sei lá, muita coisa mudou nesses três anos, mas muitas também não; gosto de sobservar. Pessoas mudam ou não. Lembro-me do meu primeiro tapa contra a face de alguém e, creio eu, essa pessoa não tenha mudado muito. É triste. Não quero falar sobre isso, mas é o começo de um dos exemplos.
Em opinião, uma pessoa pode viver sem personalidade, mas sem caráter é meio impossível, e é isso que venho observando. Vejo muitas reclamações por aí, mas do que adianta reclamar se nada será feito para ocorrer mudanças?
Vejo muitas outras reclamando da vida, ou então, colocando como objetivo de vida formar uma família ou ter alguém do lado; não que isso seja ruim, mas acabam ficando cegas. Tenho um conhecido que dentro desses três anos simplesmente namorou 4 meninas. Tentativas e erros? Não sei, mas acho estranho. Um vez essa pessoa me disse que não consegue ficar sem alguém para compartilhar os dias, vivenciar experiências e até mesmo ficar ao lado fazendo absolutamente nada. Ok, invejo a capacidade dele de ter arranjado namoradas, mas penso que foi um pouco de exagero nesse curto período... Mas quem sou eu para criticar?
Devo ser adepta daquelas frases "Já namorei, Já gostei, Amei, sofri... Me fudi!". O erro maior deve ser em colocar expectativas na outra pessoa, fazer mais pra ela do que pra nós mesmos. E isso acontece tanto com Homens quanto com Mulheres (mais com mulheres devo dizer - sem ser feminista). Mas qual é o segredo então? Ficar com alguém e pouco se fuder? Se rolar rolou, se não paciência? 
Queria ser fria a esse ponto, mas é algo difícil. Você fica com alguém e acaba se preocupando, querendo ou não. E geralmente, quase que sempre, não é recíproco. E aí?

Não digo isso apenas em relacionamentos afetivos, mas também em amizades. Até que ponto se importar e quando colocar limites?
São tantas perguntas, que sei lá, posso estar parecendo um maníaco psicopata que não saiba socializar.

Outros por outro lado acabam dando importância apenas para o lado acadêmico/profissional e me pergunto como uma pessoa dessa vai ser feliz por bastante tempo.
 Trabalho querendo ou não é importante mas, depois de certo tempo acaba ficando monótono, por mais que a profissão exija viagens ou um dia diferente do outro. A monotonia sempre prevalece. Sendo assim, como ser feliz? Nos dois talvez [Profissional + amoroso]? Mãe minha diz que meu avô era persistente no trabalho, mas que acabava sendo uma forma de escape da família, a qual era muito desunida. Se for ver, tranalho é um bom escape, você acaba ficando na sua própria compania, por mais que se trabalhe em grupo. É você e você apenas, e o seu trabalho, lógico.

O que fazer então? Tento conciliar as duas coisas, mas emprego não tenho e faculdade me desanima às vezes. De resto prefiro nem comentar...




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